"As tentativas de construção de um mundo só sempre conduziram a conflitos, porque se tem buscado unificar e não unir." Milton Santos
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domingo, 21 de abril de 2013
terça-feira, 9 de abril de 2013
domingo, 24 de março de 2013
segunda-feira, 11 de março de 2013
As Ciências Sociais (Sociologia Unidade I)
As Ciências Sociais
Com o avanço do conhecimento da sociedade, tornou-se necessária a divisão das Ciências Sociais em diversas áreas de conhecimento, de modo a facilitar a sistematização dos estudos e das pesquisas. Essa divisão abrange atualmente as seguintes disciplinas:
Sociologia – Estuda as relações sociais e as formas de associação, considerando as interações que ocorrem na vida em sociedade. A Sociedade envolve, portanto, o estudo dos grupos e dos fatos sociais, da divisão da sociedade em classes e camadas, da mobilidade social, dos processos de cooperação, competição e conflito na sociedade etc.
Economia – Tem por objeto as atividades humanas ligadas à produção, circulação, distribuição e consumo de bens e serviços. Portanto, são fenômenos estudados pela Economia a distribuição da renda num país, a política salarial, a produtividade de uma empresa etc.
Antropologia – Estuda e pesquisa as semelhanças e as diferenças culturais entre os vários agrupamentos humanos, assim como a origem e a evolução das culturas. Além de estudar a cultura dos povos pré-letrados, a Antropologia ocupa-se também da diversidade cultural existente nas sociedades industriais. São objetos de estudo da Antropologia os tipos de organização familiar, as religiões, a magia, os ritos de iniciação dos jovens, o casamento etc.
Ciência Política – Ocupa-se da distribuição de poder na sociedade, assim como da formação e do desenvolvimento das diversas formas de governo. É a Ciência Política que estuda, por exemplo, os partidos políticos, os mecanismos eleitorais etc.
Não existe uma divisão nítida entre essas disciplinas. Embora cada uma das Ciências Sociais esteja voltada preferencialmente para um aspecto da realidade social, elas são complementares entre si e atuam frequentemente juntas para explicar os complexos fenômenos da vida em sociedade.
Direito: Esta ciência não somente estuda o fato jurídico — representado pelas leis e por quem as define e estabelece punição para os que as transgridem — mas também possui um caráter normativo, ou seja, estabelece valores e regras de conduta.
As ciências sociais tendem a se relacionar de maneira interdisciplinar, pois a realidade social se manifesta de forma complexa. Exemplos dessa complexa interdisciplinaridade são a história econômica (que estuda o processo histórico de uma sociedade qualquer a partir de uma perspectiva econômica ou como as pessoas produzem e distribuem os bens econômicos) e a sociologia política (que se ocupa em esclarecer as formações de Estados e de regimes e partidos políticos de qualquer sociedade).
Com o avanço do conhecimento da sociedade, tornou-se necessária a divisão das Ciências Sociais em diversas áreas de conhecimento, de modo a facilitar a sistematização dos estudos e das pesquisas. Essa divisão abrange atualmente as seguintes disciplinas:
Sociologia – Estuda as relações sociais e as formas de associação, considerando as interações que ocorrem na vida em sociedade. A Sociedade envolve, portanto, o estudo dos grupos e dos fatos sociais, da divisão da sociedade em classes e camadas, da mobilidade social, dos processos de cooperação, competição e conflito na sociedade etc.
Economia – Tem por objeto as atividades humanas ligadas à produção, circulação, distribuição e consumo de bens e serviços. Portanto, são fenômenos estudados pela Economia a distribuição da renda num país, a política salarial, a produtividade de uma empresa etc.
Antropologia – Estuda e pesquisa as semelhanças e as diferenças culturais entre os vários agrupamentos humanos, assim como a origem e a evolução das culturas. Além de estudar a cultura dos povos pré-letrados, a Antropologia ocupa-se também da diversidade cultural existente nas sociedades industriais. São objetos de estudo da Antropologia os tipos de organização familiar, as religiões, a magia, os ritos de iniciação dos jovens, o casamento etc.
Ciência Política – Ocupa-se da distribuição de poder na sociedade, assim como da formação e do desenvolvimento das diversas formas de governo. É a Ciência Política que estuda, por exemplo, os partidos políticos, os mecanismos eleitorais etc.
Não existe uma divisão nítida entre essas disciplinas. Embora cada uma das Ciências Sociais esteja voltada preferencialmente para um aspecto da realidade social, elas são complementares entre si e atuam frequentemente juntas para explicar os complexos fenômenos da vida em sociedade.
Direito: Esta ciência não somente estuda o fato jurídico — representado pelas leis e por quem as define e estabelece punição para os que as transgridem — mas também possui um caráter normativo, ou seja, estabelece valores e regras de conduta.
As ciências sociais tendem a se relacionar de maneira interdisciplinar, pois a realidade social se manifesta de forma complexa. Exemplos dessa complexa interdisciplinaridade são a história econômica (que estuda o processo histórico de uma sociedade qualquer a partir de uma perspectiva econômica ou como as pessoas produzem e distribuem os bens econômicos) e a sociologia política (que se ocupa em esclarecer as formações de Estados e de regimes e partidos políticos de qualquer sociedade).
Filosofia Unidade VII
• Ética e moral, apesar de serem normalmente intercambiáveis, não são sempre intercambiáveis. A Ética possui origem grega, nascida na filosofia, já a Moral possui origem latina, nascida na religião. Ambas discursam teoricamente sobre o dever-ser do hábito dos homens, isto é, discutem a maneira que o homem viveria melhor e seria mais feliz e íntegro; ambas discutem os costumes que os homens deveriam cultivar para florescerem perfeitamente. E enquanto para a Ética a racionalidade da virtude é o ponto de partida, para a Moral é a fé na palavra divina o ponto de partida. Como foi dito inicialmente, elas são intercambiáveis, porém nem sempre, isto depende do contexto.
• E a Política é tudo aquilo que envolve a vida na cidade ou tudo aquilo que envolve as instituições fundadas na cidade. A política não é apenas relacionada com “grupos humanos”.
• A confusão entre ética e moral traz alguns problemas, principalmente para uma sociedade como a nossa que é tão consciente da distinção entre filosofia e da religião. A ética e a moral constituem idealizações dos nossos costumes, isto é, elas formulam a maneira ideal segundo a qual nós deveríamos nos comportar normalmente, porém elas não possuem origens similares. É bastante importante sabermos diferenciar que a ética é uma idealização proveniente da Filosofia, do pensamento de Aristóteles especificamente, enquanto a moral é uma idealização proveniente da Religião, do catolicismo especificamente. Então, é sempre importante diferenciar a ética da moral, pois ambas possuem princípios bastante distintos apesar de poderem dizer coisas similares posteriormente.
• A moral kantiana é baseada na autonomia da vontade, uma autonomia racional que permite aos homens decidirem quais devem ser as suas ações. Nesse sentido, somente um individuo que assim age pode ser digno da felicidade.
• No pensamento de Habermas, a norma moral é baseada no princípio de universalização e isso se verifica justamente na afirmação de que ela só é válida na medida em que todos lhe dão consentimento.
• A ética profissional diz respeito às considerações éticas que uma categoria de profissionais ou uma empresa estabelece para si mesma. Ela deve estar de acordo com as regras sociais mais amplas, bem como oferecer indicações a respeito da conduta esperada para o tipo de profissional em questão.
• Maquiavel pode ser considerado como o primeiro cientista político moderno justamente por pensar a política a partir de suas demandas internas, e não por um julgamento moral ou religioso. Nesse sentido, na obra O Príncipe, ele analisa como a política deve ser orientada no sentido da conquista e da manutenção do poder.
Sociologia Unidade I
• C1: Ciências Sociais e Sociologia
• A sociologia é uma ciência que surge com o intuito de compreender os problemas da sociedade moderna pós-revolução industrial (caracterizada por um processo de racionalização, de complexificação das relações de trabalho e de grandes mudanças sociais).
• O nascimento da Sociologia é contemporâneo às transformações sociais ocasionadas pela Revolução Industrial, como a urbanização, o surgimento da burguesia, o aumento da divisão do trabalho e a paulatina consolidação do capitalismo. Essa ciência surge, portanto, como uma forma de compreender esse mundo moderno nas suas próprias relações e especificidades.
• Percebe-se que as transformações ocorridas nas sociedades ocidentais permitiram a formação de relações sociais complexas. Nesse sentido, a Sociologia surgiu com o objetivo de compreender essas relações, explicando suas origens e consequências. Sobre o surgimento da Sociologia e das mudanças históricas apontadas como uma resposta intelectual aos problemas sociais, que surgiram com a Revolução Industrial.
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• O objeto da sociologia, segundo Durkheim, é o fato social, que é caracterizado pela sua coercitividade, exterioridade em relação aos indivíduos e pela sua generalidade.
• Ação social é aquela dotada de sentido e orientada pela ação de outros indivíduos.
• O processo de sociabilidade se desenvolve no grupo, com base em um conceito sociológico A socialização dos indivíduos é um processo contínuo, que dura toda a vida. Essa característica independe dos processos sociais de competição ou mudança social, por exemplo. Além disso, vale frisar que a socialização não está restrita a somente um espaço social, mas se expande para diversos contextos diferentes.
• Para compreender a maneira como a sociedade representa a si mesma e o mundo que a cerca, é a natureza da sociedade, e não a dos particulares, que se deve considerar. Os símbolos com os quais ela se pensa mudam conforme o que ela é a qual é aquele que Durkheim utiliza para compreender a forma como a sociedade representa a si mesma com uma Representação coletiva. Segundo Durkheim, essa mentalidade dos grupos possui suas próprias leis, o que justifica a existência da sociologia (em oposição à psicologia) para analisá-la.
Solidariedade mecânica à solidariedade orgânica.
• É completamente diferente a solidariedade produzida pela divisão do trabalho. Enquanto a precedente implica que os indivíduos se assemelhem, esta supõe que difiram uns dos outros. A primeira só é possível na medida em que a personalidade individual é absorvida pela personalidade coletiva. A segunda é apenas possível se cada um tem uma esfera de ação que lhe é própria, por conseguinte, uma personalidade. É preciso, pois, que a consciência coletiva deixe descoberta uma parte da consciência individual, para que aí se estabeleçam estas funções especiais que ela não pode regulamentar; quanto mais extensa esta região, tanto mais forte é a coesão resultante desta solidariedade.”
• . SOCIALIZAÇÃO
• Socialização é a assimilação de hábitos característicos do seu grupo social, todo o processo através do qual um indivíduo se torna membro funcional de uma comunidade, assimilando a cultura que lhe é própria. É um processo contínuo que nunca se dá por terminado, realizando-se através da comunicação, sendo inicialmente pela "imitação" para se tornar mais sociável.
• O processo de socialização inicia-se, contudo, após o nascimento, e através, primeiramente, da família ou outros agentes próximos, da escola, dos meios de comunicação de massas e dos grupos de referência que são compostos pelas nossas bandas favoritas, atores, atletas, super-heróis, etc. Socialização é o processo através do qual o indivíduo se integra no grupo em que nasceu adquirindo os seus hábitos e valores característicos. É através da Socialização que o indivíduo pode desenvolver a sua personalidade e ser admitido na sociedade. A socialização é, portanto, um processo fundamental não apenas para a integração do indivíduo na sua sociedade, mas também, para a continuidade dos Sistemas Sociais. É o processo de integração do indivíduo numa sociedade, apropriando comportamentos e atitudes, modelando-os por valores, crenças, normas dessa mesma cultura em que o indivíduo se insere.
• • a) Socialização Primária: onde a criança aprende e interioriza a linguagem, as regras básicas da sociedade, a moral e os modelos comportamentais do grupo a que se pertence. A socialização primária tem um valor primordial para o indivíduo e deixa marcas muito profundas em toda a sua vida, já que é aí que se constrói o primeiro mundo do indivíduo.
• • b) Socialização Secundária: todo e qualquer processo subsequente que introduz um indivíduo já socializado em novos sectores do mundo objectivo da sua sociedade (na escola, nos grupos de amigos, no trabalho, nas actividades dos países que visitamos ou para onde emigramos, etc.), existindo uma aprendizagem das expectativas que a sociedade ou o grupo depositam em nós relativamente ao nosso desempenho, assim como dos novos papéis que vamos assumindo nos vários grupos a que vamos pertencendo e nas várias situações em que somos colocados.
• A socialização é a transmissora da cultura e a transmissão se dá através da educação, e que aqui se entenda qualquer forma de aprendizado passado de um indivíduo a outro, e por esse processo de aculturação acontece a endoculturação do ser social. Por esta definição podemos concluir que toda e qualquer apreensão que o indivíduo “toma” para si é resultado da socialização e desde o seu nascimento (e até antes, pois para o seu nascimento teve antes que existir diversas relações: pai e mãe, mãe e médico, etc.) até à sua morte (e mesmo depois, pois o ritual fúnebre é um fenômeno social) ele será objeto da socialização.
• Seja na escola, na empresa, na família, com os amigos, com os inimigos, nos cultos religiosos, nos momentos de lazer, ao comprar algo, ao ler um livro, ao imitar alguém, ao assistir tv, ao ir ao médico ou espetáculo cultural e até quando estiver olhando para um quadro para descansar do “contato” com as pessoas, em qualquer destes momentos e em infinitos outros, estará acontecendo a “socialização”.
• 2. INSTITUIÇÕES SOCIAIS
• É um conjunto de regras e procedimentos padronizados, reconhecidos, aceitos e sancionados pela sociedade e que tem grande valor social. A instituição não existe isolada das outras. Todas elas possuem uma interdependência mútua, de tal forma que uma modificação numa determinada instituição pode acarretar mudanças maiores ou menores nas outras.
• As instituições sociais servem como um meio para a satisfação das necessidades da sociedade. Nenhuma instituição surge sem que tenha surgido antes uma necessidade. Mas, além desse papel, as instituições sociais cumprem também o de servir de instrumento de regulação e controle das atividades do homem.
• As principais instituições sociais são: família, religião, econômica, política, educação e recreação.
• • Família: primeiro grupo social a que pertencemos. É um tipo de agrupamento social cuja estrutura varia no tempo e no espaço. Essa variação pode ser quanto ao número de casamentos, quanto à forma, relações de parentesco, relação sexual e dos componentes básicos da sociedade.
• • Religião: todas as sociedades conhecem alguma forma de religião. A religião é um fato social universal. Não resta dúvida de que a religião é uma das instituições mais importantes para a organização social, pelo seu conteúdo moral. A religião inclui crença ao sobrenatural, ritos e cerimônias. É inegável a tendência moderna de dar mais ênfase aos valores sociais do que religiosos, prova disso, é o surgimento de doutrinas mais modernas como a Teologia da Libertação.
• • Econômica: As atividades econômicas são institucionalizadas à medida que são explicadas por crenças, valores e reguladas por normas. Nas sociedades modernas a instituição econômica apresenta um grau de importância bem mais elevado que nas sociedades tribais, resultado do desenvolvimento tecnológico visando uma divisão mais diversificada do trabalho social.
• • Política: são instituições políticas fundamentais a autoridade, o governo, o Estado (com os três poderes), partidos políticos e as constituições. Classificamos também os sistemas políticos como o anarquismo, ditadura, democracia e a pseudodemocracia.
• • Educação: constitui uma instituição universal pelo fato de que em todas as sociedades é necessário garantir a estrutura educacional como processo de transmissão de conhecimentos e valores presentes na sociedade.
• • Recreação: em todas as sociedades, existem modos culturalmente estabelecidos para o alívio das tensões acumuladas nos indivíduos em decorrência das frustrações geradas pelas restrições da vida social. Todas as sociedades possuem instituições recreativas, como no Brasil, o carnaval e futebol.
Filosofia Unidade I
CI. Nascimento da Filosofia
• A filosofia nasce, historicamente, em um período da Grécia antiga no qual se modificava a maneira com que os homens se relacionavam. Sendo que os mitos organizavam toda a vida social, consolidando práticas e cerimônias religiosas nas famílias, entre as famílias, nas tribos, entre cidades, etc., a sua modificação, ou até extinção, inevitavelmente faria renascer, distinta, a organização das relações dos homens entre eles mesmos nas casas e na cidade. A filosofia, por conseguinte, tem sua origem em duas modificações uma contextual e outra subjetiva, isto é, uma modificação na cidade e outra no próprio homem. As modificações da cidade e da própria subjetividade se confundem, pois a própria cidade deixa de se conformar com certas tradições religiosas e a própria subjetividade, com o passar das gerações, deixa de prezar os valores ancestrais organizados nos mitos. Com essas mudanças, a cidade e o homem passam a se constituir a partir de outras práticas consideradas fundamentais, como o pensamento racional – um pensamento com começo, meio e fim e justificado pela a experiência do mundo, sem o auxílio de entes inalcançáveis.
• O nascimento da filosofia acompanha uma série de transformações na cultura e na sociedade grega. Entre elas estão o nascimento da política e do debate político na Ágora, bem como a utilização da linguagem como forma de expressar e construir argumentos racionais.
• A filosofia se inicia mediante a rejeição racional das explicações míticas e religiosas a respeito do mundo. Nesse sentido, não se pode dizer que a razão seja deusa, mas somente um instrumento de interpretação da realidade. Na Grécia, essa forma de conhecimento surge devido a uma série de transformações na sociedade, em um período em quem as disputas políticas se tornaram mais constantes com o advento da democracia.
• Na história da filosofia, entende-se por pré-socráticos aqueles filósofos que antecederam Sócrates como Parmênides, Anaximandro, Empédocles.
• Os pré-socráticos são conhecidos como filósofos da physis, pois a questão sobre a natureza era considerada de modo enfático entre eles. A peculiaridade de suas reflexões era buscar a unidade da racional entre as coisas e evitar considerar a natureza a partir de um ponto de vista mitológico. As explicações dos filósofos pré-socráticos restam fragmentadas e é um tanto temerário arriscar uma exposição sistemática de suas afirmações; muito mais de todos estes primeiros filósofos conjuntamente, afinal não havia uma organização tão óbvia da variedade de posições consolidadas nesse período. E vale ressaltar que as explicações racionais não são complementares ao mito, mas superiores ao mito.
• O ponto de partida da filosofia socrática não é a afirmação “sei que nada sei”, mas sim a palavra do oráculo de Delfos (dedicado a Apolo) que afirmou para Sócrates ser ele o homem mais sábio de todos. Sócrates não duvidou da palavra do Deus e partiu em busca da compreensão das palavras divinas. Interrogando outras pessoas, Sócrates percebeu que apesar de ele não possuir conhecimento sobre as coisas, possuía conhecimento sobre sua própria ignorância, algo que todos os outros homens não possuíam. A ignorância sobre o que significava a palavra divina o fez ir atrás do conhecimento sobre si mesmo.
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