"As tentativas de construção de um mundo só sempre conduziram a conflitos, porque se tem buscado unificar e não unir." Milton Santos
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quinta-feira, 25 de outubro de 2012
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
quinta-feira, 30 de agosto de 2012
Aprendendo a trabalhar com o Movie Maker
COMO COLOCAR TEXTO NO MOVIE MAKER
segunda-feira, 20 de agosto de 2012
Continente Asiático
Resumo: o continente asiático tem sido amplamente divulgado na mídia, principalmente à parte do oriente, é fundamental conhecermos um pouco sobre esses países; esse tutorial falará um pouco sobre esse assunto.
A superfície total da terra possui 510.000.000 km. Deste total, 360.000.000 km são de terras imersas e 150.000.000 km são de terras emersas.
O hemisfério Sul é chamado hemisfério das águas porque possui apenas 1/3 das terras emersas. É no hemisfério Norte que se concentram 2/3 dessas terras.Devido a isto, é chamado hemisfério das terras ou continental.
De todos os continentes o maior e mais populoso é a Ásia. Ela apresenta espaços geográficos diferenciados.
Foi no continente asiático que teve início o processo de civilização do homem. Na Ásia originaram-se as primeiras cidades:
» Aproximadamente 3.500 anos, as margens dos rios Tigre e Eufrates (Mesopotâmia).
» 2.500 a C, no vale do rio Indo.
» 1.550 a C, no vale do rio Amarelo.
A superfície da Ásia é de 44.329.852 km, o que corresponde a quase 30% das terras emersas, situadas totalmente no hemisfério Oriental e em maior parte ao norte do Equador.
A Ásia limita-se:
» Ao norte, com o oceano Glacial Ártico;
» Ao sul, com o oceano Índico;
» A leste, com o oceano Pacifico;
» A oeste, com a Europa e o mar Mediterrâneo;
» A sudoeste, com a África e o mar Vermelho.
A Ásia e a África eram antes unidas pelo istmo de Suez, aberto em 1869, agora Canal de Suez.
No litoral sul do continente Asiático, encontramos outras áreas importantes para a navegação comercial, como o golfo Pérsico ou Arábico e o golfo de Omã.
O golfo Arábico ou o golfo Pérsico demonstra, através da própria duplicidade de sua denominação, a disputa, entre árabes e persas, pelo seu domínio.
Através do Canal de Suez e destes golfos, os países produtores de petróleo escoam sua produção para o resto do mundo.
O litoral do continente asiático é bastante recortado, com uma grande quantidade e penínsulas:
» Península da Anatólia, na Turquia;
» Península Arábica, onde se situam a Arábia Saudita, Emirados Árabes, Catar, Berlim, Omã e Lêmen;
» Península do Decã, na índia;
» Península da Malaia, onde se situam a Malásia e Cingapura;
» Península da Indochina, onde se localizam Vietnã, Laos, Tailândia e Camboja;
» Península da Coréia, com Coréia do Norte e Coréia do Sul;
» Península de Kamtchatka, na Rússia.
Os principais planaltos do continente são:
» Planalto de Anatólia, na Turquia;
» Planalto da Arábia, situado na porção oeste da península Arábica;
» Planalto do Irã, localizado em território iraniano;
» Planalto do Decã, na Índia, corresponde a porção central da península do Decã;
» Planalto do Tibet, ao norte da Cordilheira do Himalaia;
» Planalto da Mongólia, na Mongólia;
» Planalto de Pamir, denominado “telhado do mundo” com altitudes superiores a 4.000 m.
» Planalto Central Siberiano, na Rússia.
Encontramos externas planícies irrigadas por rios, que são utilizados como via de transportes e produzem energia elétrica.
São cinco as grandes Planícies asiáticas:
» Planície Siberiana: situada na Rússia, entre os montes Urais e o planalto Central Siberiano; é a mais extensa do continente, com 7 milhões de km.
» Planície da Mesopotâmia: situada entre os rios Tigres e Eufrates.
» Planície Indo-gangética: atravessada pelos rios indo e Ganges, é formada por sedimentos provenientes da erosão das montanhas, trazidos por estes rios.
» Planície da china: localizada no leste da Ásia, é atravessada por dois importantes rios: Rio Azul e Rio Amarelo.
Nas planícies da Mesopotâmia, Indo-gangética, da China e do Mekong desenvolve-se a cultura do arroz, base alimentar dessas populações, o que ocasiona grandes concentrações populacionais nestas áreas.
O continente asiático ainda conta com outra forma de relevo: é a depressão. A maior depressão absoluta da Ásia é o mar Morto, que se encontra a 392 m abaixo do nível do mar.
O mar Cáspio também é considerado uma depressão absoluta, com 28 metros abaixo do nível do mar.
O Clima Asiático
O clima de um local qualquer da terra recebe a influência de fatores como: latitude ou posição geográfica, altitude, relevo, massas de ar e maritimidade. O continente asiático possui uma grande variedade climática como conseqüência da atuação desses fatores.
O clima do continente asiático é tão diversificado quanto o seu relevo. O relevo da Ásia apresenta altitudes bastante elevadas, como a da cordilheira do Himalaia, onde existe a ocorrência de clima frio de alta montanha, porque, aproximadamente, para cada, 200 m que subimos, a temperatura diminui 1°C.
A península Arábica e o Irã, no sudoeste da Ásia, recebem a atuação das massas de ar quentes e secas da África; conseqüentemente, a península Arábica e o Irã apresentam, clima desértico e semi-árido, com elevadas temperaturas e escassa umidade.
O clima das monções é resultante da atuação das massas de ar que se deslocam do continente para o oceano, e do oceano para o continente, em deferentes épocas do ano. Isso acontece como conseqüência das diferenças de temperatura e de pressão atmosférica entre continente e oceano.
As terras da Ásia situadas ao norte que possuem relevo aberto a penetração das massas polares apresentam inverno bastante rigorosos.
Existem ainda, na Ásia, regiões onde as chuvas são escassas, porque as massas oceânicas carregadas de umidade são barradas pelas altas montanhas, provocando a ocorrência de climas desérticos, como acontece na parte central do continente, nos desertos de Gobi e do Tibet, na China.
O continente asiático apresenta um relevo no sentido leste-oeste, que impede a movimentação das massas de ar frio do norte para o sul, e quente do sul para o norte.
A Hidrografia do continente Asiático
Os rios asiáticos desempenharam importante papel na fixação do homem. Estes rios correm das altas montanhas da região central em direção aos oceanos Pacífico, índico e Ártico.
Os rios asiáticos em sua maior parte possuem regime pluvial e nival, isto é, são alimentados pelas águas provenientes das chuvas e do derretimento das neves.
Uma característica da hidrografia asiática é a existência de grandes bacias internas que recolhem, em suas depressões, água que não correm para os oceanos.
Estas bacias estão situadas em áreas de clima seco, desempenhando um importante papel, como é o caso do rio Jordão, que possibilita o desenvolvimento de culturas irrigadas nas áreas secas que atravessa.
O rio Indo e o rio Ganges nasce nas cordilheiras do Himalaia. São de grande importância econômica, pois, durante as suas cheias, fertilizam as terras por onde passam.
Na planície Siberiana encontram-se rios que tem suas águas congeladas no inverno e no verão provocam enchentes. O rio Mekong também é de importância econômica para os países que atravessa. Em suas margens, é cultivado o arroz, alimento básico dos orientais.
A vegetação do continente Asiático
O relevo e a diversidade do clima são fatores que determinam a sua cobertura vegetal. No norte da Ásia onde o clima é frio, co temperaturas que tem em determinado locais chegam a 70°C. Encontramos dois tipos de vegetação: a tundra, nas regiões onde predomina o frio polar, e a floresta de taiga, onde existe a ocorrência do frio continental.
A Tundra é formada por liquens e musgos; é bastante pobre e passa a maior parte do tempo congelada. No alto verão, quando ocorre o degelo, a Tundra ressurge com flores.
A Taiga tem, como espécies predominantes, formações florestais que possuem folhas pontiagudas, em forma de agulha para diminuir a perda da água, como o pinheiro.
A Taiga siberiana é bastante explorada e dela se retira principalmente a madeira para a fabricação de papel.
As estepes e pradarias aparecem nas áreas próximas aos desertos. São espécies rasteiras de gramíneas, com poucos arbustos.
As gramíneas servem de alimento para os rebanhos de ovinos e caprinos. A vegetação de deserto aparece onde as condições de aridez são muito acentuadas; constitui-se de plantas rasteiras e arbustos isolados. Esta vegetação é chamada de xerófila. Nas ilhas de maior umidade, aparece os oásis, com tamareiras e outras espécies típicas.
As florestas tropicais e equatoriais aparecem nas regiões próximas ao Equador que apresentam elevadas temperaturas e altos índices pluviométricos, como: Península Malaia, Península da Indochina, uma parte da índia e nas ilhas Sumatra, Bornéo, Nova Guiné e Filipinas.
Devido às altas temperaturas e a umidade, a Ásia Equatorial e Ásia das Monções apresentavam uma vegetação original densa e com árvores de grande altura. Estas florestas foram tão exploradas pelo homem que modificaram o ecossistema. A Savana aparece nas áreas vizinhas as florestas tropicais e equatoriais.
A Floresta subtropical e temperada ocorre em áreas do território chinês, Coréia do Norte e Coréia do Sul e no Japão. Estas florestas também sofreram intensa exploração e ocupação humana.
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
Canal do Panamá
O Canal do Panamá é talvez a hidrovia mais importante do mundo, ligando através de 82 km de extensão os oceanos Atlântico e Pacífico.
O canal foi inaugurado em 15 de agosto de 1914 e representou um trunfo estratégico e militar importantíssimo para os Estados Unidos, além de revolucionor os padrões de transporte marítimo na época.
Antes de sua construção, a rota mais rápida para se viajar de barco de Nova York à Califórnia era pelo Cabo Horn, no sul da América do Sul, uma rota longa e perigosa.
Desde sua inauguração, mais de 920 mil viagens foram completadas, com tempo médio de trânsito de 9 horas.
O funcionamento
Para que uma embarcação consiga atravessar os 82 km que separam os dois oceanos é necessário trafegar pelo ístmo do Panamá, a faixa de terra que liga a peninsula ao continente. Devido à topografia da região, é necessário "escalar" 26 metros até atingir o lago Gatún e em seguida, do outro lado, descer novamente até o nível do mar.
Para fazer esse trabalho são usadas as eclusas, diques que se enchem de água e permitem a descida e elevação de embarcações.
O Canal do panamá tem dois grupos de eclusas no lado do Pacífico e um no lado do Atlântico. No lado Atlântico, as portas de aço das eclusas triplas de Gatún têm 21 m de altura e pesam 745 toneladas cada uma.
O lago Gatun, 26 metros acima do nível do mar, é alimentado pelo rio Chagres, onde foi construída uma barragem para a formação do lago.
A animação abaixo mostra o caminho que um navio faz para atingir o oceano Pacífico, desde sua entrada próximo à cidade de Cólon, do lado do Atlântico.
Ao entrar em uma das eclusas de Gatún a água é bombeada para dentro dos diques, que se enchem e elevam a embarcação até o lago Gatún, 26 metros acima.
O navio segue pelo lago até atingir as eclusas de Pedro Miguel, que se esvaziam até se igualarem ao nível do Lago Miraflores, 16.5 metros acima do nível do mar e 9.5 metros abaixo do nível anterior.
Dentro do lago Miraflores, a embarcação trafega até atingir as eclusas de Miraflores, que reduzem ainda mais o nível da embarcação, até atingir novamente o nível do mar, desta vez próximo à Ciudad de Panamá, capital do país, já do lado do Pacífico.
Fonte:
http://www.apolo11.com/curiosidades.php?titulo=Aprenda_como_funciona_o_Canal_do_Panama&posic=dat_20061006-095111.inc
O canal foi inaugurado em 15 de agosto de 1914 e representou um trunfo estratégico e militar importantíssimo para os Estados Unidos, além de revolucionor os padrões de transporte marítimo na época.
Antes de sua construção, a rota mais rápida para se viajar de barco de Nova York à Califórnia era pelo Cabo Horn, no sul da América do Sul, uma rota longa e perigosa.
Desde sua inauguração, mais de 920 mil viagens foram completadas, com tempo médio de trânsito de 9 horas.
O funcionamento
Para que uma embarcação consiga atravessar os 82 km que separam os dois oceanos é necessário trafegar pelo ístmo do Panamá, a faixa de terra que liga a peninsula ao continente. Devido à topografia da região, é necessário "escalar" 26 metros até atingir o lago Gatún e em seguida, do outro lado, descer novamente até o nível do mar.
Para fazer esse trabalho são usadas as eclusas, diques que se enchem de água e permitem a descida e elevação de embarcações.
O Canal do panamá tem dois grupos de eclusas no lado do Pacífico e um no lado do Atlântico. No lado Atlântico, as portas de aço das eclusas triplas de Gatún têm 21 m de altura e pesam 745 toneladas cada uma.
O lago Gatun, 26 metros acima do nível do mar, é alimentado pelo rio Chagres, onde foi construída uma barragem para a formação do lago.
A animação abaixo mostra o caminho que um navio faz para atingir o oceano Pacífico, desde sua entrada próximo à cidade de Cólon, do lado do Atlântico.
Ao entrar em uma das eclusas de Gatún a água é bombeada para dentro dos diques, que se enchem e elevam a embarcação até o lago Gatún, 26 metros acima.
O navio segue pelo lago até atingir as eclusas de Pedro Miguel, que se esvaziam até se igualarem ao nível do Lago Miraflores, 16.5 metros acima do nível do mar e 9.5 metros abaixo do nível anterior.
Dentro do lago Miraflores, a embarcação trafega até atingir as eclusas de Miraflores, que reduzem ainda mais o nível da embarcação, até atingir novamente o nível do mar, desta vez próximo à Ciudad de Panamá, capital do país, já do lado do Pacífico.
Fonte:
http://www.apolo11.com/curiosidades.php?titulo=Aprenda_como_funciona_o_Canal_do_Panama&posic=dat_20061006-095111.inc
domingo, 5 de agosto de 2012
Tipos de Clima do Continente Asiático.
O continente Asiático apresenta notáveis contraste climáticos. Suas terras, cortadas ao norte pelo circulo polar ártico e ao sul pelo equador, possuem, por influencia da variação da latitude, desde clima quentes e extremos até o mais rigoroso clima frio. O relevo é outro fator climático de destaque, pois as montanhas e planaltos fazem baixar as médias térmicas e explica o aparecimento de neves eternas até baixas latitude. Os ventos têm importância sobre a repartição da chuva, principalmente no sul e sudeste, onde sopram as monções. Esquematicamente podem se distinguir, na Ásia, seis tipo de clima:
Clima equatorial. Compreende estreita faixa nas proximidades do equador, onde as temperaturas tem média anual de 25 a 26ºC. As chuvas repartem-se de modo regular, não existindo estação de seca. A umidade relativa em torno de 80%.
Clima de monções. É típico na zona, pluviométrico, que divide estações seca e chuvosa, de duração variável segundo a continentalidade das regiões. As estações são bem distinta: na época das chuvas cai quase o total de precipitações e durante a seca as chuvas faltam por completo. Outras característica deste tipo de clima é a passagem das estações. Onde a existência das duas estações prende-se ao mecanismo das monções. Devido ao deslocamento das áreas ciclonal e anticiclonal, os ventos se dirigem, no inverno, do interior montanhoso para os oceanos, e no verão dos oceanos para o continente.
Clima temperados. Pertence a este grupo os climas da China, Japão, Coréia, Manchúria, Sibéria centro- meridional e certas áreas da Ásia central. Por influência principalmente das latitudes e altitudes, possui o continente todos os tipos de clima temperado: oceânicos e continentais, frio e subtropicais, monçônico e desértico. Nessa regiões as médias térmicas raramente sobem a mais de 20ºC e as estações são bem definidas.
Clima desértico. As regiões desse clima começa no mar Vermelho, e vai a Mongólia. Os desertos mais ocidentais, que as situa próximo trópico de Câncer e possui menores altitudes, são arenoso e quente todo o ano. Os demais situados a maiores altitudes e latitudes médias são pedregosos, registrando-se, no inverno, a queda de neves, enquanto no verão são escaldantes.
Clima ártico. São característico no inverno rigoroso e logo com media anual de 0ºC. como em Verkhoyyansk, onde o terremoto pode descer a –70C. os verões são de pouca duração e são pouco quentes, não chegando a desgelar completamente o solo.
Clima mediterrâneo. São típicos da Ásia ocidental, com verões secos e quente e invernos suaves. As chuvas caem regularmente nas estações frias.
quarta-feira, 11 de abril de 2012
Entenda a crise na Síria
Contudo, a violência continua nesta quarta-feira, especialmente na cidade de Homs.
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Internacional
Um vídeo divulgado por opositores mostra a cidade sendo bombardeada pela artilharia síria.
Os rebeldes afirmaram que ao menos 11 pessoas foram mortas em todo o país nas últimas 24 horas.
Guia do conflito
Desde o início dos protestos antigoverno, em março de 2011, o regime sírio vem lançando uma ofensiva contra opositores que, segundo a ONU, já deixou mais de 9 mil mortos no país.
Já o governo sírio divulgou em fevereiro sua própria estimativa de vítimas: 3.838, das quais 2.493 eram civis e 1.345 membros das forças de segurança.
Como os protestos começaram?
A rebelião começou na cidade de Daraa (sul do país), quando 14 crianças foram presas e supostamente torturadas após escrever em um muro um slogan relacionado às revoltas que ocorriam na Tunísia e no Egito.
Manifestações que pediam mais democracia - porém não a queda de Assad - foram reprimidas pelas tropas sírias, mas os protestos não só continuaram como se espalharam para todo o país.
O que os opositores querem?
Os protestos começaram pedindo mais democracia e liberdades individuais. Porém, quando as forças de segurança abriram fogo contra manifestantes desarmados, a oposição passou a exigir a queda de Assad.
O presidente se recusou a renunciar, mas fez concessões para tentar aplacar os manifestantes. Entre elas estão o fim do estado de emergência, que durou 48 anos, e uma nova constituição, que prevê a realização de eleições multipartidárias.
Há uma oposição organizada?
Depois que as manifestações se espalharam por todo o país, opositores e partidos políticos clandestinos formaram a frente antigoverno Conselho Nacional Sírio (CNS), de maioria sunita e apoiada pela Irmandade Muçulmana e que opera fora da Síria.
Um segundo grupo, o Comitê de Coordenação Nacional, que age de dentro do país, foi formado por opositores que temem a orientação islâmica do CNS.
Já a oposição armada ao regime é composta por militares desertores que se organizaram no Exército Livre da Síria, que coordena ataques contra as forças de segurança do regime a partir da Turquia.
O que a comunidade internacional está fazendo?
A Liga Árabe inicialmente se manteve em silêncio sobre a crise, mas em novembro de 2011 impôs sanções econômicas à Síria após o país não permitir a entrada de observadores no país. Os observadores foram autorizados um mês depois, mas não conseguiram frear a violência.
Duas tentativas da comunidade internacional de aprovar resoluções contra a Síria no Conselho de Segurança da ONU foram vetadas pela Rússia, que tem fortes laços econômicos e militares com o regime de Assad.
No último mês de março, a Liga Árabe e a ONU nomearam o ex-secretário geral das Nações Unidas Kofi Annan como enviado para negociar um cessar-fogo entre o governo e os rebeldes.
É um conflito sectário?
O regime de Assad concentrou poder econômico, político e militar nas mãos da comunidade alauíta (10% da população). A maioria sunita (74%) se viu excluída e passou a acusar o governo de corrupção e nepotismo.
Os protestos antiregime mais intensos vêm ocorrendo sistematicamente em cidades e áreas totalmente sunitas, onde praticamente não há alauítas ou cristãos.
Quais foram as perdas econômicas na Síria?
Mesmo antes da revolta, os sírios vinham enfrentando décadas de desemprego e aumento dos preços de alimentos. Sanções da Liga Árabe, da União Europeia e dos EUA prejudicaram os setores de agricultura e de negócios.
O Fundo Monetário Internacional afirmou que a economia da Síria retraiu 2% em 2011 e o valor da moeda local caiu 60% em relação ao dólar. A inflação também aumenta rápido (11% em março), e o desemprego é estimado em 20%.
quinta-feira, 29 de março de 2012
BRICs
Os países que compõem o Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) acordaram nesta quinta-feira (29) estudar a criação de um banco comum de investimentos para custear recursos de infraestrutura e projetos de economia sustentável em países emergentes, segundo a declaração final da cúpula. O grupo também fechou dois pactos para fomentar o comércio em seus mercados.
Os acordos, assinados em Nova Délhi durante a quarta cúpula dos Brics, permitirão alcançar pactos econômicos usando moedas locais e facilitar o reconhecimento dos títulos de crédito, com vistas a reduzir o custo das transações.
Somos grandes economias e temos que defender a complementaridade entre nossos países e eliminar barreiras", afirmou o anfitrião da cúpula e primeiro-ministro da Índia, Manmohan Singh, pouco antes da assinatura dos acordos.
"Ordenamos a nossos ministros da Economia que examinem a possibilidade e a viabilidade dessa iniciativa, que formem um grupo de trabalho para um estudo mais amplo e que nos informem na próxima cúpula", diz o documento.
Até Nova Délhi viajaram os presidentes da China, Hu Jintao; da Rússia, Dmitri Medvedev; da África do Sul, Jacob Zuma; e do Brasil, Dilma Rousseff, que ao término da cúpula deverá ficar dois dias na capital indiana em visita de Estado.
Políticas financeiras e macroeconômicas
Os líderes concordam que os países industrializados devem adotar políticas financeiras e macroeconômicas responsáveis e pediram uma reforma mais rápida dos organismos internacionais para torná-los mais representativos.
Os países do Brics agrupam, de acordo com a organização, 43% da população mundial e em torno de 25% da riqueza do globo.
Preocupação com excesso de liquidez
Nesta quinta, as cinco potências emergentes ainda manifestaram preocupação com o excesso de liquidez no sistema financeiro mundial provocado pelas políticas monetárias dos países ricos.
Os bancos centrais das economias desenvolvidas têm injetado bilhões de dólares no sistema bancário e mantêm as taxas de juros reduzidas para tentar estimular o crescimento e lutar contra a crise da dívida.
"A liquidez excessiva que se deriva da política agressiva adotada pelos bancos centrais para estabilizar suas economias está se espalhando nas economias dos mercados emergentes", afirma um comunicado do bloco que reúne Brasil, Rússia, Índia, China e África do Suk, divulgado ao fim do IV encontro de cúpula.
"Pensamos que é essencial que as economias desenvolvidas adotem políticas macroeconômicas e financeiras responsáveis, que evitem criar liquidez mundial excessiva e adotem reformas estruturais para estimular o crescimento, criador de emprego", completa o documento.
"Advertimos para os riscos de um fluxo importante e volátil de capitais que as economias emergentes enfrentam", afirma a nota.
Os mercados emergentes temem que a nova liquidez injetada no sistema bancário dos países ricos seja utilizada para comprar ativos nos países em desenvolvimento, com o risco de criar uma bolha e contribuir para a volatilidade nas taxas de câmbio.
Fonte: http://g1.globo.com/economia/noticia/2012/03/brics-estudam-criacao-de-banco-comum-de-investimentos.html
Os acordos, assinados em Nova Délhi durante a quarta cúpula dos Brics, permitirão alcançar pactos econômicos usando moedas locais e facilitar o reconhecimento dos títulos de crédito, com vistas a reduzir o custo das transações.
Somos grandes economias e temos que defender a complementaridade entre nossos países e eliminar barreiras", afirmou o anfitrião da cúpula e primeiro-ministro da Índia, Manmohan Singh, pouco antes da assinatura dos acordos.
"Ordenamos a nossos ministros da Economia que examinem a possibilidade e a viabilidade dessa iniciativa, que formem um grupo de trabalho para um estudo mais amplo e que nos informem na próxima cúpula", diz o documento.
Até Nova Délhi viajaram os presidentes da China, Hu Jintao; da Rússia, Dmitri Medvedev; da África do Sul, Jacob Zuma; e do Brasil, Dilma Rousseff, que ao término da cúpula deverá ficar dois dias na capital indiana em visita de Estado.
Políticas financeiras e macroeconômicas
Os líderes concordam que os países industrializados devem adotar políticas financeiras e macroeconômicas responsáveis e pediram uma reforma mais rápida dos organismos internacionais para torná-los mais representativos.
Os países do Brics agrupam, de acordo com a organização, 43% da população mundial e em torno de 25% da riqueza do globo.
Preocupação com excesso de liquidez
Nesta quinta, as cinco potências emergentes ainda manifestaram preocupação com o excesso de liquidez no sistema financeiro mundial provocado pelas políticas monetárias dos países ricos.
Os bancos centrais das economias desenvolvidas têm injetado bilhões de dólares no sistema bancário e mantêm as taxas de juros reduzidas para tentar estimular o crescimento e lutar contra a crise da dívida.
"A liquidez excessiva que se deriva da política agressiva adotada pelos bancos centrais para estabilizar suas economias está se espalhando nas economias dos mercados emergentes", afirma um comunicado do bloco que reúne Brasil, Rússia, Índia, China e África do Suk, divulgado ao fim do IV encontro de cúpula.
"Pensamos que é essencial que as economias desenvolvidas adotem políticas macroeconômicas e financeiras responsáveis, que evitem criar liquidez mundial excessiva e adotem reformas estruturais para estimular o crescimento, criador de emprego", completa o documento.
"Advertimos para os riscos de um fluxo importante e volátil de capitais que as economias emergentes enfrentam", afirma a nota.
Os mercados emergentes temem que a nova liquidez injetada no sistema bancário dos países ricos seja utilizada para comprar ativos nos países em desenvolvimento, com o risco de criar uma bolha e contribuir para a volatilidade nas taxas de câmbio.
Fonte: http://g1.globo.com/economia/noticia/2012/03/brics-estudam-criacao-de-banco-comum-de-investimentos.html
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Como calcular o fuso horário
O cálculo do fuso horário é muito simples, utiliza-se uma matemática muito básica, o único item necessário para o cálculo dos Fusos é uma mapa com os eixos do Mundo, como por exemplo o da imagem do artigo.
Agora vamos entender os fusos matematicamente, pois aí está o segredo pra fazer o cálculo. O mundo contém 24 eixos, cada eixo é representado por 15 Graus, e cada grau possuí 4 minutos, ou seja a cada 15 Graus é passada 1 hora, para mais ou para menos. Agora que nós sabemos quantos eixos possuem a Terra e quando vale cada Grau, vamos nos aprofundar. Cada eixo de 15 Graus a Leste é adicionada 1 hora ( + 1 ) e a cada 15 Graus a Oeste subtrai-se 1 hora ( - 1 ). Eixo zero é o de Londres ( Meridiano de Greenwich ), o Eixo do Brasil é o - 3, e os Eixos da Ásia ( e um pouco da Eurásia ) são os eixos 3, 4, 5 , 6, 7, 8, 9, 10, 11 e 12. Existem alguns eixos na Europa que por razões Político Econômicas ( Funcionamento da Bolsa de Valores por exemplo ) alguns fuso horários foram alterados.
DificuldadeFácil Instruções
1
Agora para calcular é bem simples, vamos usar como por exemplo, Brasil e Japão ( porém para qualquer país da Ásia a lógica é a mesma, só variando o Grau ), agora o Brasil está no horário de verão, então é necessário acrescentar uma hora, isso vale para todos os países que estiverem em horário de verão:
Brasil: -3 (menos 3 graus em relação ao Grau Zero, em Londres, Meridiano de Greenwich)
Japão: +9 (mais dez graus em relação ao Grau Zero)
Subtrai-se o menor do maior, negativo com negativo é positivo:
(-3) - 9 = 12 + 1 = 13 Fusos horários ( Porém nós estamos no horário de verão, então acrescentar uma hora )
Agora é só adicionar ou reduzir a número de horas, lembrando a Leste adiciona-se 1 hora, a Oeste subtrai-se 1 hora.
Eles estão a 13 Fusos horários de distância , ou seja 13 horas, vamos supor que em Brasília são 10 horas da manhã, em Tóquio são 9 horas da noite.
Essa não é a única forma de se calcular fuso horário, você pode usar várias formas, você pode até criar seu método, mas essa maneira é totalmente suficiente, pois é preciso entender que não existe diferença entre calcular o fuso horário da China, Itália, México ou Estados Unidos, se você entende a fórmula do fuso horário é possível calcular qualquer fuso. Se você não quer fazer cálculo existe um site com todos os fusos do mundo ( http://24timezones.com/hora_certa.php ).
Dicas de sites
Acesse World Time Clock & Map - Check Current Local Time Around the World
quarta-feira, 6 de abril de 2011
domingo, 3 de abril de 2011
Conflitos ORIENTE MÉDIO
Caros amigos,
Esta em anexo o arquivo que ira ajudar a todos entenderem melhor sobre os conflitos no Oriente Médio, tema dos seminarios que sera desenvolvidos pela turma B e C.
NESTE ARQUIVO ESTA O CONTEÚDO, OU QUASE, DE TODOS OS TEMAS DOS SEMINÁRIOS...
estes sao alguns links que voce pode acessar também:
O conflito no Oriente Médio
Esta em anexo o arquivo que ira ajudar a todos entenderem melhor sobre os conflitos no Oriente Médio, tema dos seminarios que sera desenvolvidos pela turma B e C.
NESTE ARQUIVO ESTA O CONTEÚDO, OU QUASE, DE TODOS OS TEMAS DOS SEMINÁRIOS...
estes sao alguns links que voce pode acessar também:
O conflito no Oriente Médio
Oriente medio
View more presentations from Joao Paulo.
Geo 3anos
View more presentations from Joao Paulo.
Revisao jpaulo
Guia para entender melhor o Conflito no Oriente Médio
Atualizado em 20/10/2007 às 15:21
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Índice de atualidades
Um guia para entender o conflito no Oriente Médio.
São instituições, cidades, siglas e fatos históricos, listados em ordem alfabética.
Al-Fatah - Movimento pela Libertação da Palestina. Sob a liderança de Yasser Arafat, o Al-Fatah se tornou a mais forte e mais organizada facção palestina. As autoridades israelenses têm acusado o movimento de ataques terroristas contra Israel desde o início da nova Intifada. As Brigadas dos Mártires de Al-Aqsa, responsáveis por vários atentados nos últimos meses em Israel, são os mais radicais membros da organização.
ANP - A Autoridade Nacional Palestina, ou Autoridade Palestina, presidida por Yasser Arafat, é a organização oficial que administra a Cisjordânia e a Faixa de Gaza. Foi criada a partir de um acordo firmado em 1993 entre a OLP (Organização pela Libertação da Palestina) e Israel. Na primeira eleição para o legislativo e executivo da ANP, realizada em janeiro de 1996, Yasser Arafat foi eleito presidente. O acordo previa um mandato de cinco anos, que expiraria em 1999, quando então Israel e palestinos voltariam a negociar o status das áreas palestinas - o que não aconteceu, com a deterioração das relações entre os dois lados.
Belém - Cidade localizada na Cisjordânia, é importante na história de três religiões: cristã, judaica e islâmica. Em Belém foi erguida a igreja da Natividade, templo cristão que marca o suposto local de nascimento de Jesus Cristo.
Brigada de Mártires Al-Aqsa - Ala do Al-Fatah, grupo liderado por Yasser Arafat, responsável por 70% dos atentados terroristas contra israelenses. Criada recentemente, depois do fracasso das negociações de paz, tem como líder Marwan Barghouti. Seu efetivo é de cerca de 1.000 homens
Cisjordânia - Com uma área de 5,860 quilômetros quadrados localizada a oeste do Rio Jordão e do Mar Morto, esteve sob controle da Jordânia entre 1948 e 1967. Atualmente está dividida entre a Autoridade Nacional Palestina de Yasser Arafat e colônias e bases militares israelenses. As cidades que têm população acima de 100.000 habitantes são Jerusalém, Ramallah, Hebron, Nablus e Belém. Há duas universidades: Bir Zeit, em Jerusalém, e An-Najah, em Hebron.
Faixa de Gaza - É um estreito território com largura que varia de 6 quilômetros a 14 quilômetros às margens do Mar Mediterrâneo. Seus cerca de 360 quilômetros quadrados de área são limitados ao sul pelo Egito e ao norte por Israel. A Autoridade Nacional Palestina administra as cidades da Faixa de Gaza, mas boa parte das áreas rurais está sob controle de militares israelenses e de 6.000 colonos judeus. A principal cidade do território é Gaza.
Hamas - Grupo fundamentalista palestino que possui um braço político e outro militar. A sigla significa Movimento de Resistência Islâmica, mas também é a palavra que pode ser traduzida como “devoção” em árabe. O movimento nasceu junto com a Intifada. Seu braço político faz trabalhos sociais em campos de refugiados. O braço armado foi o primeiro a usar atentados com homens-bomba na região, em 1992. Seu efetivo é de cerca de 300 militantes.
Hezbollah - Organização armada terrorista formada em 1982 por xiitas libaneses. Inspirada e orientada pelo Irã e apoiada pela Síria, tem base no Sul do Líbano. Seu objetivo é criar um Estado islâmico no Líbano, destruir Israel e transformar Jerusalém em uma cidade muçulmana.
Igreja da Natividade - Construída em Belém, no suposto local de nascimento de Jesus Cristo.
Intifada - Nome do levante nos territórios palestinos contra a política e ocupação israelense, caracterizado por protestos, tumultos, greves e violência, tanto na Faixa de Gaza quanto na Cisjordânia. A primeira intifada estendeu-se de 1987 a 1993, estimulada principalmente por três grupos: Hamas, OLP e Jihad. Ficou marcada pelo apedrejamento de soldados israelenses por jovens palestinos desarmados. Em setembro de 2000, quando recomeçou a violência entre palestinos e israelenses, depois de uma visita de Ariel Sharon a um local santo para os muçulmanos, o conflito violento recomeçou, sendo chamado de segunda intifada. O estopim foi uma provocação deliberada do então candidato a primeiro-ministro Ariel Sharon, líder da oposição ao governo de Ehud Barak e porta-voz da linha dura israelense. Cercado de guarda-costas, ele visitou a Esplanada das Mesquitas, na parte murada de Jerusalém, onde ficam as mesquitas de Al-Aksa e de Omar, um conjunto que é o terceiro entre os lugares santos do Islã.
Israel - Estado criado em 1948 na região histórica da Palestina, é um dos menores países do Oriente Médio e tem 60% de seu território coberto por deserto. O fato de ser o único país judeu em um área predominantemente islâmica marcou cada aspecto de suas relações diplomáticas, econômicas, políticas e demográficas. Nos últimos anos, tornou-se um grande pólo de tecnologia e informática. Tem um presidente, com poder mais simbólico que efetivo, e um poderoso primeiro-ministro, que passou a ser escolhido por eleições diretas a partir de 1996. As origens do atual conflito são anteriores à criação do país. Já no início do século XX , a Palestina, por ser considerada o berço do povo judeu, estimulou a imigração de judeus, inspirados por um movimento conhecido como sionismo, que entraram em disputa com os povos árabes da região. Nos anos que se seguiram à II Guerra Mundial (1939-1945), a Organização das Nações Unidas (ONU) desenvolveu um plano para dividir a Palestina entre árabes e judeus. Os árabes rejeitaram o plano, que foi aceito pelos judeus, criando-se então um Estado independente em 1948. Imediatamente, cinco nações árabes atacaram Israel. No fim da guerra, em 1949, e nos anos seguintes, Israel ampliou seu território e anexou Golã. Também ocupou a Cisjordânia e a Faixa de Gaza. Mesmo Jerusalém, que os judeus consideram capital do país, continua sendo alvo de disputa.
Jihad Islâmica - Grupo terrorista palestino de orientação fundamentalista.Tradicionalmente, ela tenta realizar ações terroristas contra alvos israelenses no aniversário da morte de seu líder, Fathi Shaqaqi, assassinado em Malta, em outubro de 1995. Financiada pelo Irã, é a mais independente das facções extremistas e conta com apoio restrito da população. Seu líder é Ramadan Shallah, ex-professor da Universidade da Flórida. Seu objetivo é destruir Israel e criar um Estado islâmico na região, sob controle de palestinos.
Jerusalém - Local de peregrinação para três religiões: católica, judaica e islâmica. Para os católicos, é o local onde Jesus Cristo foi crucificado e ressuscitou. Para os judeus, é a cidade que o rei Davi transformou em capital do reino unificado de Israel e Judá. Para os muçulmanos, é a cidade dos profetas que precederam Maomé.
Likud - Partido político conservador de Israel formado 1973 em torno da proposta de anexar ao Estado de Israel os territórios ocupados durante a Guerra dos Seis Dias: Sinai, Faixa de Gaza, Cisjordânia e Colinas de Golã. Menachim Begin foi seu primeiro líder. Desde 1999 o partido é liderado por Ariel Sharon, atual primeiro-ministro de Israel. Likud é a palavra em hebreu para unidade.
Muro de Proteção - nome dado à atual operação militar de ataque às cidades palestinas.
Nablus - Localizada no norte da Cisjordânia, entre as montanhas de Gerizim e Ebal, é a maior cidade palestina. Região bíblica, onde Abraão e Jacó teriam vivido e onde estariam enterrados, é também um importante centro comercial da região produtor de azeite e vinho.
OLP - A Organização pela Libertação da Palestina é um grupo político criado em 1964 com o objetivo de criar um Estado palestino independente. Em 1994, a Autoridade Nacional Palestina assumiu muitas das funções administrativas e diplomáticas relativas aos territórios palestinos que antes eram desempenhadas pela OLP. Esta passou a ser uma espécie de guarda-chuva político e militar, abrigando facções como Al Fatah, As-Saiga e a Frente de Libertação da Palestina. A OLP tem três corpos: o Comitê Executivo, com 15 membros, que inclui representantes dos principais grupos armados; o Comitê Central, com 60 conselheiros e o Conselho Nacional Palestino, com 599 membros, que historicamente tem sido uma assembléia dos palestinos. A OLP também tem serviços de saúde, informação, saúde, finanças, mas desde 1994 passou estas responsabilidades para a ANP.
Palestina - É uma região histórica situada na costa leste do Mar Mediterrâneo, no cruzamento entre três continentes, que foi habitada por diversos povos e é considerado local santo para cristãos, judeus e muçulmanos. Sua extensão tem variado muito desde a Antigüidade. Atualmente, as áreas palestinas são a Cisjordânia e a Faixa de Gaza.
Ramallah - Cidade palestina com cerca de 180.000 habitantes, é dividida em dois setores, de tamanhos semelhantes: Ramallah, que é predominantemente cristão, e Al Birah, de maioria islâmica. Fica a 872 metros acima do nível do mar e 1.267 metros acima do Mar Morto, distante 15 quilômetros ao norte de Jerusalém. É a sede da Autoridade Nacional Palestina e abriga a principal universidade palestina, Bir Zeit.
Sionismo - movimento político e religioso pela criação de um Estado judeu que surgiu no século XIX e culminou na criação do Estado de Israel em 1948. O nome vem de Zion, a montanha onde foi construído o Templo de Jerusalém . O termo sionismo foi usado pela primeira vez para nomear um movimento em 1890, pelo filósofo austríaco judeu Nathan Birbaum.
Fonte: Veja on line
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quarta-feira, 2 de março de 2011
Normas da ABNT
Normalização de trabalhoS, TCC, MONOGRAFIAS etc pelas normas da ABNT
(Associação Brasileira de Normas Técnicas):
As normas à serem seguidas devem contemplar a formatação de elementos como:- FORMATO;
- TIPOS E CORPOS;
- PAGINAÇÃO;
- MARGENS;
- ESPACEJAMENTO;
- PARÁGRAFOS;
- DIVISÃO DO TEXTO;
- INDICATIVOS E TÍTULOS DE SEÇÃO;
- ALÍNEAS;
- ILUSTRAÇÕES; QUADROS e GRÁFICOS;
- EQUAÇÕES E FÓRMULAS;
- NOTAS DE RODAPÉ e EXPLICATIVAS;
- CITAÇÕES Diretas e Indiretas;
- E a própria estrutura do trabalho.
1 REGRAS GERAIS DE APRESENTAÇÃO
A apresentação escrita de um trabalho (trabalho escolar, resumo e relatório) deve ser realizada conforme indicações abaixo:a) tipo de papel – deve ser utilizado o papel branco, preferencialmente nas dimensões 297x210 mm (A4);
b) escrita – digitado com tinta preta e somente um lado da folha;
c) paginação – as folhas do trabalho devem ser contadas seqüencialmente desde o sumário, mas não numeradas. A numeração é colocada a partir da introdução. O número localiza-se a 2 cm da borda superior do papel, margeado à direita;
d) margem - superior e esquerda = 3 cm inferior e direita = 2 cm;
e) espaçamento – todo texto deve ser digitado com espaçamento 1,5 de entrelinhas;
f) letra – tipo de letra Times New Roman ou Arial tamanho 12 e para citação direta usar fonte tamanho 10;
g) parágrafo – 2cm da margem esquerda;
h) numeração Progressiva – para melhor organização e apresentação do trabalho, deve-se adotar a numeração progressiva das seções do texto. Os títulos das seções primárias (capítulos), por serem as principais divisões de um texto, devem iniciar em folha distinta, com indicativo numérico alinhado à esquerda e separado por um espaço.
Destacam-se gradativamente os títulos das seções, utilizando-se os recursos de caixa alta ou versal, negrito ou, itálico.
Exemplo de numeração progressiva de um trabalho escolar
1 SEÇÃO PRIMÁRIA
1.1 Seção secundária
1.1.1 Seção terciária
1.1.1.1 Seção quaternária
1.1.1.1.1 Seção quinária
1 INTRODUÇÃO
(título considerado como seção primária ou capítulo - deve localizar-se no início de página, margeado à esquerda, digitado em negrito, , - fonte tamanho 12, caixa alta)(texto)
2 CULTURA DA MAÇÃ
(título considerado como seção primária ou capítulo - deve localizar-se no início de página, margeado à esquerda, digitado em negrito,- fonte tamanho 12, caixa alta)(texto)
2.1 Produção de mudas
(subtítulo considerado como seção secundária - deve estar margeado à esquerda, fonte tamanho 12; negrito; versal)(texto)
2.1.1 Enxertia
(subtítulo considerado como seção terciária - deve estar margeado à esquerda, fonte tamanho 12; itálico; versal)(texto)
3 CONCLUSÃO
[título considerado como seção primária (capítulo) - início de página - fonte tamanho 12, caixa alta; negrito](texto)
Os títulos - Sumário; Referências; Anexos - não são numerados e devem aparecer na página de forma centralizada.
2 ESTRUTURA BÁSICA DE UM TRABALHO ESCOLAR
A estrutura básica de um trabalho escolar deverá compreender: elementos pré-textuais (capa; sumário), textuais (introdução; desenvolvimento; conclusão) e pós-textuais (referência; anexo).2.1 Capa
Deve ser de papel consistente ou simples, sem ilustração ou " embelezamento", composta de: a) Cabeçalho: nome da Instituição responsável, com subordinação até o nível do professor. Deve ser centralizado à margem superior, com letras maiúsculas, tamanho 12, espaçamento entre linhas simples;b) Título do trabalho: no centro da folha, centralizado, tamanho 16;
c) Nome do aluno/série: abaixo do título 5 cm, centralizado, letras maiúsculas, tamanho12;
d) Local, mês e ano: centralizado, a 3cm da borda inferior e as primeiras letras maiúsculas, tamanho 12.
2.2 Sumário
Iniciar em folha distinta, título sem indicativo numérico, centralizado a 3 cm da borda superior com o texto iniciando 2 cm abaixo.Indica as partes do trabalho, capítulos, itens e subitens, e as páginas em que se encontram. (ABNT. NBR 6027, 2003)
2.3 Introdução
Iniciar em folha distinta apresentando o indicativo numérico (1), alinhado à margem esquerda, a 3cm de borda superior e o texto deve iniciar 2cm abaixo.A parte introdutória abre o trabalho propriamente dito, anunciando o assunto a ser abordado.
Na seqüência é necessário delimitá-lo, isto é, indicar o ponto de vista sob o qual será tratado; situá-lo no tempo e espaço; mostrar a sua importância e apontar a metodologia empregada (pesquisa bibliográfica, pesquisa de laboratório, etc).
2.4 Desenvolvimento
Também chamado corpo do trabalho, deve apresentar o detalhamento da pesquisa realizada e comunicar seus resultados. O conteúdo pode ser subdividido em capítulos, dentro de uma estrutura lógica com que o tema foi desenvolvido.Deve-se iniciar pelos títulos mais importantes do plano e subdividir cada um segundo o material disponível, em itens e subitens, adotando uma numeração progressiva até o final do trabalho. Esta divisão servirá de base para a realização do sumário.
Exemplo:
2 ALGODÃO
2.1 A Semente do Algodão
2.1.1 Variedades
2.2 Técnicas de produção
2.5 Conclusão
Iniciar em folha distinta apresentando um indicativo numérico, alinhado à esquerda.Constitui o ponto de chegada, isto é, deve apresentar a resposta ao tema anunciado na introdução. Não é apropriado iniciar afirmando que vai concluir. A conclusão não é uma idéia nova ou um resumo marcante dos argumentos principais, é síntese interpretativa dos elementos dispersos pelo trabalho, ponto de chegada das deduções lógicas, baseadas no desenvolvimento.
2.6 Referências
Apresenta-se em folha distinta, título centralizado, sem indicação numérica, elemento obrigatório. ( ABNT. NBR 14724, 2002)Todas as fontes de informação (livro, revista, fita de vídeo, home-page, CD-ROM, etc) utilizadas na elaboração do trabalho devem ser arroladas alfabeticamente em uma lista, digitadas em espaço simples, margeadas à esquerda e separadas entre si por espaço duplo.
FORMATO DE APRESENTAÇÃO DAS REFERÊNCIAS
ABNT. NBR 6028: resumos. Rio de Janeiro, 1990. 3 pDINA, Antonio. A fábrica automática e a organização do trabalho. 2. ed. Petrópolis: Vozes, 1987. 132 p.
INSTITUTO BRASILEIRO DE INFORMAÇÃO EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA - IBICT. Bases de dados em Ciência e Tecnologia. Brasília, n. 1, 1996. CD-ROM.
KRAEMER, Ligia Leindorf Bartz. Apostila.doc. Curitiba, 13 maio 1995. 1 arquivo (605 bytes). Disquete 3 1/2. Word for windows 6.0.
SANTOS, Rogério Leite dos; LOPES, José Dermeval Saraiva; Centro de Produções Técnicas (MG). Construções com bambu: opção de baixo custo. Viçosa: CPT, [1998]. 1 videocassete (65min): VHS/NTSC, son., color.
TAVES, Rodrigo França. Ministério corta pagamento de 46,5 mil professores. O Globo, Rio de Janeiro, 19 maio 1998. Disponível em:
Fazer a referência de uma obra significa reunir um conjunto de dados (tais como autoria, título, editora, local e ano de publicação) sobre o documento, que permita identifica-lo de forma única. Essa descrição deve ser elaborada seguindo a normalização nacional descrita na NBR 6023:2002, produzida pela ABNT- Associação Brasileira de Normas Técnicas.
2.7 Anexo(s)
Sugere-se apresentação em folha distinta, título centralizado, elemento opcional.Poderão fazer parte do item "Anexos", textos ou documentos não elaborados pelo autor, que venham contribuir para ilustrar, esclarecer ou fundamentar melhor o trabalho. São exemplos de anexos: leis, mapas, fotografias, plantas etc.
Ressalta-se que no corpo do trabalho deve-se fazer citação referente ao material colocado anexo.
"Os anexos são identificados por letras maiúsculas consecutivas, travessão e pelos respectivos títulos." (ABNT. NBR 14724, 2002, p. 5)
Exemplo:
ANEXO A – Tabela de classificação de sementes.
Fonte: http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/estrutura-de-um-trabalho-academico/trabalho-escolar.php
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